VIAJANDO NO TEMPO...e no espaço!

Março 07 2009

 

1357 - 1367
D. Pedro I - "O Justiceiro"
18 de Abril de 1320 (Coimbra) – 18 de Janeiro de 1367 (Alcobaça)
Casou com D. Constança Manuel e com D. Inês de Castro
 
 
D. Afonso IV foi convencido pelos seus conselheiros a autorizar o assassínio de Inês em 1355. Na sequência dessa decisão, um dos primeiros actos de Pedro I quando subiu ao trono, foi vingar-se de forma selvagem dos seus assassinos.
Durante o seu curto reinado (1357-1367), D. Pedro que é lembrado principalmente por esse amor trágico com Inês de Castro, teve alguns actos de grande importância, como o de reduzir os abusos de poderosos e aumentar o poder real.
Reformou a administração da Justiça e fez muito para tornar a igreja Portuguesa, numa igreja nacional, insistindo nobeneplácito régio, que era a aprovação real prévia, das bulas papais e cartas antes que elas pudessem ser publicadas em Portugal. Esse beneplácito régio mantém-se em vigor até ao advento da República, sendo abolido em 1918, tendo apenas um interregno  entre 1487 e 1495 no reinado de D. João II.
Em assuntos de política externa seguiu sempre uma politica neutral.

D. Pedro sofria de perturbações psíquicas, tendo por vezes grandes insónias e comportamento estranho. Costumava juntar-se aos plebeus, acompanhando-os nas suas danças e cantares, confraternizando com eles nas ruas e praças lisboetas

 
Para aprofundar os conhecimentos sobre este rei, consulte: 
 
 
 
1367 - 1385
D. Fernando I - "O Formoso"
31 de Outubro de 1345 (Lisboa) – 22 de Outubro de 1383 (Santarém)
Casou com D. Leonor de Telles
 
Interessou-se muito pelo fomento da riqueza nacional, prestando especial atenção aos problemas da agricultura e da marinha, que protegeu com a instituição dos nossos primeiros organismos de seguro e previdência.
Cometeu o grave erro de se intrometer demasiadamente nos negócios políticos de Castela, que estava já unificada com Leão, ambicionando tornar-se seu rei. Isso arrastou-nos por três vezes para a guerra, que sempre nos foi desfavorável.
Nos diversos tratados de paz foi considerado, por várias vezes, o problema do seu casamento, sempre frustrado.
Veio a ligar-se com D. Leonor Telles, já casada, afirmando que se casaram em segredo.
Por causa deste casamento teve de fugir de Lisboa, tendo-se refugiado no Palácio Real de Chão de Couce (actual “Quinta de Cima”), no concelho de Ansião.
No seu tempo, Portugal assinou um tratado de amizade e cooperação com a Grã-Bretanha, ainda hoje em vigor, que passa por ser o de maior durabilidade em todo o mundo, a Aliança Luso-Inglesa.
Foi atacado por uma doença que poderia ser a tuberculose e morreu ainda muito novo. Poucas semanas antes de morrer, sua filha, D. Beatriz, ainda criança de uns doze anos, casara com o rei D. João I de Castela e isso arrastou o País para nova guerra, com a vitória de D. João, Mestre de Avis, que garantiu a continuação da independência.
 
Para aprofundar os conhecimentos sobre este rei, consulte: 
 
 
 
 
 

 

publicado por viajandonotempo às 16:46

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