VIAJANDO NO TEMPO...e no espaço!

Maio 07 2012

Agitação política durante a 1.ª República

Comemorando as 200 mil entradas neste blog, organizei uma cronologia da grande agitação que se viveu em Portugal durante a I República. 

 

  A proclamação da República, em Lisboa, no dia 5-10-1910

 

 

15-11-1910 - Greve dos trabalhadores da Carris. Inicia-se uma vaga de greves.


Janeiro 1911 - Vaga de greves em todo o país, com reivindicação de melhores salários e redução dos horários de trabalho. Os mais activos são: os operários de fábricas de cortiça e conservas do distrito de Setúbal, de têxteis do Porto e Braga, da CUF, no Barreiro; os camponeses do Alentejo e do Ribatejo; os ferroviários e trabalhadores dos transportes urbanos; os trabalhadores da Companhia de Gás de Lisboa.
As greves são violentamente reprimidas pela GNR.

5-10-1911 - 1ª Incursão monárquica, em Trás-os-Montes, comandada por Paiva Couceiro.


Janeiro de 1912 - Continuação das perseguições contra o clero.

 Janeiro de 1912 - Continuação da vaga de greves. Greve geral em Lisboa de apoio aos trabalhadores do Alentejo; repressão do governo cerca e encerra a Casa Sindical; são presos mais de 620 sindicalistas, muitos deles enviados para bordo de navios; declaração do estado de sítio no distrito de Lisboa e suspensão de todas as garantias constitucionais.

Maio de 1912 - Greve da Carris dura 26 dias.

6 a 8-7-2012 - 2ª Incursão monárquica de Paiva Couceiro tenta tomar Valença, mas sem êxito. Tenta depois entrar em Chaves mas é vencido por um grupo de republicanos que passou à história com a designação Defensores de Chaves.


Abril de 1913 - Várias tentativas de golpes chefiados por republicanos contra o governo de Afonso Costa. Machado dos Santos e alguns sectores mais radicais tentam derrubar o Governo de Afonso Costa, através de manifestações junto do Ministério do Interior. Durante o mês de Abril, registaram-se outros movimentos insurreccionais, que chegaram a recorrer a atentados bombistas.

10 de Junho de 1913 - Atentado à bomba sobre o cortejo realizado em Lisboa para comemorar o Dia de Camões provoca 3 mortos e vários feridos.

15-6-1913- O Governo encerra a Casa Sindical de Lisboa e manda prender vários sindicalistas acusados de participação no atentado.

20-10-1913 - Tentativa de revolução monárquica, em Lisboa, da responsabilidade de Azevedo Coutinho, tendo destruído as redações dos jornais O Dia e A Nação, e provocado alguns estragos no Museu da Revolução.

Dez.º 1913 - Crise financeira, com encerramento de alguns bancos, designadamente o Banco Lusitano e o Banco Mercantil de Lisboa.


Jan.º 1914 - Continua a vaga de greves nos caminhos-de-ferro, a que aderiram cerca de 700 trabalhadores,  e em outros sectores. Os grevistas isolam Lisboa fazendo descarrilar comboios e cortando linhas telegráficas.

26-1-1914 - Manifestação a favor de Afonso Costa e contra-manifestação promovida por Machado Santos, que exige a demissão do governo.

Julho de 1914 - Dão-se violentos ataques anarquistas à política de Afonso Costa.

3-8-1914 - Uma multidão junta-se à porta do Banco de Portugal, para trocar as notas por metal.

18-8-1914 - Organização de expedições militares com destino a Angola e a Moçambique.

25-8-1914 - Ataque alemão num posto de fronteira entre Moçambique e a África Oriental Alemã (actual Tanzânia).

11-9-1914 - Expedição militar, comandada pelo tenente-coronel Alves Roçadas, parte para Angola. Outra expedição militar parte para Moçambique, onde chega a 16 de Outubro.

18-9-1914 - Tumultos e assaltos a lojas em Lisboa e no Porto, acusadas de açambarcamento e especulação. Intervenção da força pública.

21-10-1914 - Movimentos revolucionários monárquicos em Mafra e Bragança insurgem-se contra a participação de Portugal na 1ª Guerra Mundial. Conspiradores monárquicos ocupam a Escola Prática de Infantaria, em Mafra, e declaram-se contra a entrada de Portugal na 1ª Guerra Mundial.

31-10-1914 - O exército português, comandado por Alves Roçadas, defronta-se em Angola com tropas alemãs. Partem para Angola forças militares de reforço.

12 a 13 de Dezº 1914 - Confrontos entre patrulhas portuguesas e alemãs, no Sul de Angola.

19-12-1914 - Populações africanas do Sul de Angola revoltam-se contra a presença das forças de combate europeias nos seus territórios.


20 a 22 de Janº 1915 - Movimento das Espadas – conflito entre oficiais do exército e o governo. Em sinal de protesto Machado dos Santos entrega a sua espada ao Presidente da República. O Presidente demite o governo do Partido Democrático.

1-2-1915 - Invasão do Ministério do Fomento por um grupo de desempregados.

3-2-1915 - Partida para Angola de novas expedições militares, para fazer frente aos ataques constantes das forças alemãs.

3-3-1915 - Assaltos a padarias e tumultos um pouco por todo o país devido ao aumento do preço do pão.

14-3-1915 - Assaltos a estabelecimentos comerciais em Lisboa e no Porto, acusados de açambarcamento e especulação. Intervenção da força pública.

10-5-1915 - Têm lugar, em Lisboa, grandes manifestações republicanas, que, em alguns locais, provocaram desordens.

- São proibidas todas as manifestações que possam alterar a ordem pública e afetar o prestígio das instituições. Mas, logo no dia seguinte, registam-se violentos tumultos, em Lisboa, que obrigam a fechar as padarias.

 14-5-1915 - Grandes tumultos revolucionários republicanos em Lisboa provocam centenas de mortos e feridos. A multidão assalta armazéns, padarias, mercearias, à procura de comida. O Presidente da República Manuel de Arriaga demite-se. - No mesmo dia, republicanos, militares (entre os militares, destaca-se o empenhamento do deputado ansianense, major Vitorino Henriques Godinho) e muitos civis, levam a cabo um movimento revolucionário que, apesar de ter provocado centenas de vítimas (entre mortos e feridos), depôs a ditadura de Pimenta de Castro.

 No dia seguinte, era proclamada, de novo, a República das janelas da Câmara Municipal de Lisboa, como há quase 5 anos atrás, tinha acontecido.

3-7-1915 - Afonso Costa salta de um eléctrico, por receio de um atentado bombista, e sofre um traumatismo craniano.


Janº 1916 - Surgem greves nos estabelecimentos de ensino superior. Tornam-se frequentes, neste e nos meses seguintes, confrontos de rua, entre os populares e as forças da ordem, em resultado da carestia de vida, que se começa a fazer sentir.

29-1-1916 - Assaltos a estabelecimentos comerciais em Lisboa, em Évora e no Norte do país. Confrontos com a Guarda Nacional Republicana e atentados bombistas. Rusgas a bairros operários. Os presos foram levados para bordo de navios.

9-3-1916 - A Alemanha declara guerra a Portugal. Portugal, a pedido de Inglaterra tinha apreendido 72 navios alemães que se encontravam em portos portugueses.

16-3-1916 - Dissolução pelo governo de organizações operárias: União Operária Nacional, a União de Sindicatos Operários, e as Federações da Construção Civil e dos Metalúrgicos.

28-3-1916 - Dissolução de todas as organizações sindicais que se manifestaram contra a entrada de Portugal na guerra.

14-6-1916 - O patronato encerra diversas fábricas (lock-out) em Setúbal.

15-6-1916 - O governo britânico convida formalmente Portugal a tomar parte activa nas operações militares dos aliados. Constituição do Corpo Expedicionário Português (CEP) comandado pelo general Norton de Matos.

26-6-1916 - O governo publica legislação, muito contestada pelos agricultores, para evitar a subida do preço dos produtos agrícolas.

13-12-1916 - Revolta Militar comandada por Machado dos Santos, contra a participação de Portugal na Guerra. Prossegue a preparação do CEP.

 

 Portugal participa nas operações militares da 1.ª Guerra Mundial, a partir de 1917

30-1-1917 - Parte a 1ª Brigada do CEP para França, sob o comando do Coronel Gomes da Costa, para participar na guerra das trincheiras e nas frentes de batalha contra os alemães.

7-4-1917 - Assaltos a vendedores de pão e hortaliças, no Porto.

Criação da sopa dos pobres em Lisboa.

19, 20 e 21-5-1917 - Motins e assaltos a mercearias e armazéns de Lisboa e do Porto (Revolução da Batata). Escassez e racionamento de géneros. O governo manda reprimir severamente todos os tumultos e declara o estado de sítio em Lisboa e concelhos limítrofes.

7-7-1917 - Greve da Construção Civil. Prisão de vários grevistas e confrontos entre tropas e operários provocam várias mortes.

13-7-1917 - Assaltos a mercearias e tumultos no distrito de Beja. Confrontos com a GNR provocam vários feridos e a morte de duas mulheres.

Setº 1917 - Greve dos telégrafos.

Novº 1917 - Repetem-se os assaltos a várias padarias em Lisboa.

5-12-1917 - Revolução Sidonista. O Presidente (Bernardino Machado) é intimado a sair do País, Afonso Costa, ausente no estrangeiro, é preso ao regressar a Portugal. Sidónio controla o poder.


6-1-1918 - Tentativa contra-revolucionária, levada a cabo por marinheiros da Armada. Em causa estava o regime Sidonista.

9-4-1918 - Dá-se a Batalha de La Lyz, uma das mais pesadas da participação portuguesa na 1ª Guerra Mundial. As inúmeras baixas portuguesas, estarão relacionadas com a situação interna portuguesa, e com as dificuldades inglesas em fazer o transporte dos soldados portugueses que deveriam ir render os seus camaradas que, há quase ano e meio, lutavam na Frente Ocidental. 

25-5-1918 - Aumento das tarifas dos eléctricos em Lisboa gera um violento movimento de protesto.

27-5-1918 - Parada operária convocada pela União de Sindicatos Operários de Lisboa entra em confronto com a polícia que formava cordões para impedir a sua entrada no Terreiro do Paço.

4-6-1918 - Greve dos ferroviários.

8-9-1918 - Distribuição de senhas de racionamento e de cartas de consumo. Proibição de comícios contra a carestia de vida organizados pela União Operária Nacional.

12 e 13-10-1918 - Devido à carestia de vida, à diminuição dos salários e à repressão governamental, surge uma tentativa revolucionária, com reflexos em Coimbra, Aveiro, Évora e Lisboa. O setor operário que havia apoiado o golpe sidonista, começa a desejar o seu fim, e a apoiar os antigos partidos republicanos.

O estado de rebelião que se nota um pouco por todo o País, leva o Governo a declarar o "estado de emergência", de modo a conseguir controlar a situação.

16-10-1918 - O transporte de um grupo de presos, em Lisboa, provoca um tiroteio, com morte de algumas pessoas. Fica conhecido como “A Leva da Morte”.

12-11-1918 - A União Operária Nacional convocou, para este dia, uma Greve Geral. Contudo, a assinatura do Armistício, na véspera, provocou a divisão dos operários e o fracasso da Greve.

5-12-1918 - No dia em que se comemorava o 1º aniversário do golpe sidonista, Sidónio Pais sofre um atentado a tiro, perpetrado por um militante do PRP, do qual saiu ileso.

14-12-1918 - Sidónio Pais é assassinado na Estação do Rossio, em Lisboa.


3-1-1919 - Manifesto da Junta Militar do Norte, sediada no Porto, que se autoproclama herdeira do Sidonismo, aproveitando a fraqueza do Governo.

12-1-1919 - Adivinhando-se a restauração da Monarquia, em virtude do seu favorecimento no período sidonista, ocorre, durante alguns dias, um movimento revolucionário republicano em Santarém, vencido pelo exército.

19-1-1919 - É proclamada, no Porto e em Lisboa, a Monarquia (Monarquia do Norte) por Paiva Couceiro. No dia 24 de Janeiro, os monárquicos de Lisboa são vencidos, ao passo que no Porto se forma uma Junta Governativa, presidida por Paiva Couceiro, que irá resistir mais tempo.

20-1-1919 - Manifestações de apoio à República em Lisboa. Organizam-se Batalhões de Voluntários para combater a insurreição monárquica do Norte.

13-2-1919 - Depois de combates em todo o litoral centro, a guerra civil termina com o triunfo dos republicanos, no Porto.

23-2-1919 - Tumultos provocados por elementos do Partido Democrático obrigam o governo de José Relvas a refugiar-se no Quartel do Carmo. É decretada a extinção da polícia cívica e demitido o governador civil de Lisboa.

Março e Abril 1919 - Movimento grevista que envolve trabalhadores da CUF, corticeiros, estofadores, metalúrgicos, decoradores, trabalhadores da Companhia das Águas, dos transportes, comunicações, serviços camarários e de outros ramos.

16 a 18-6-1919 - Greve Geral do operariado. Os conflitos tiveram início nas fábricas da Companhia União Fabril (CUF), onde os trabalhadores entraram em conflito com o patrão, Alfredo da Silva, e geraram um movimento de solidariedade operária. O Governo decide encerrar as instalações da União Operária Nacional e o diário A Batalha.

28-6-1919 - Tratado de Versalhes. Pela parte portuguesa assina Afonso Costa, que consegue a devolução de Quionga (Moçambique), o reconhecimento da integridade das nossas colónias, e o compromisso de pagamento de indemnizações referentes aos prejuízos sofridos, em África, entre 1914-16.

2-7-1919 - Início de greve dos ferroviários que se prolonga por dois meses.

Explodem bombas na estação do Rossio, há tiros no Entroncamento e descarrilamentos de comboios.

Tumultos, em Lisboa.

Para evitar actos de sabotagem, tais como descarrilamentos, o governo obrigou os grevistas a viajarem num vagão aberto à frente da locomotiva, que ficou conhecido como "vagão fantasma".

31-7-1919 - Novas perseguições aos católicos.

Dez.º 1919 - São afastados alguns professores da Universidade de Coimbra, devido às suas convicções políticas, entre os quais Salazar e Cerejeira. Ressurge a epidemia do tifo que faz, neste ano, 2282 vítimas.


Janº 1920 - Prosseguem as greves durante todo o ano (dos Ferroviários, dos funcionários públicos, dos Correios e Telégrafos construção civil e dos metalúrgicos, trabalhadores dos Arsenais, da Carris) os atentados bombistas e os assaltos a jornais que nenhum governo consegue controlar.

Surgem as revoltas da fome, tumultos que se propagam a todo o país já sem controlo dos sindicatos.

 Fev.º 1920 - Em Lisboa, registam-se assaltos e rebentamentos de petardos em vários estabelecimentos.

20-3-1920 - É encerrada a Confederação Geral dos Trabalhadores, o que vai gerar confrontos entre grevistas e Guarda Nacional Republicana.

28-4-1920 - A Confederação Geral do Trabalho é reaberta, e os operários detidos no decurso das últimas greves são libertados. Contudo, a 19 de Maio, na sequência de outras greves, a C.G.T. volta a ser encerrada.

7-9-1920 - Aumenta o preço do pão, o que dá origem a uma onda de desordens (destruição e assaltos a padarias).


Jan. 1921 - A situação de extrema instabilidade mantém-se.

Durante o ano surgem constantemente golpes e pronunciamentos militares, que têm como consequência sucessivas demissões de governo, seguidas de formação de outros governos igualmente de curta duração.

6-4-1921 - Chegam a Portugal os corpos de dois soldados desconhecidos, um morto na Europa outro morto em África. São colocados no átrio do Parlamento para simbolizar a homenagem dos portugueses a todos os soldados mortos na 1ª Guerra Mundial.

17-6-1921 - Sucedem-se protestos de todos os setores, como o dos comerciantes de Lisboa que encerraram as suas lojas para protestar contra as greves dos eléctricos, que lhes causavam graves prejuízos.

14-7-1921 - Regressam os confrontos acerca da questão religiosa, com a realização de um comício anticatólico em Loures.

19-10-1921 - Dá-se o terrível atentado que ficou conhecido como “Noite Sangrenta”. António Granjo, Machado dos Santos, Carlos da Maia, Freitas da Silva, Botelho de Vasconcelos, entre outros são assassinados e o assassino de Sidónio Pais é libertado e homenageado.


18 -2-1922 - Tentativa de golpe de estado radical. O Governo instala-se em Caxias e o Presidente em Cascais.

28-4-1922 - Suspensão de contratação de funcionários públicos, conhecida por Lei do garrote.

Agosto 1922 - O preço do pão continua a provocar grande agitação popular, com assaltos às padarias.  

 

Jan.º 1923 -  Crise financeira grave. Falência de cinco bancos.

17 -8-1923 - Fim do subsídio dado pelo governo ao pão, para manter o preço mais baixo, (pão político) provoca vários protestos.

10-12-1923 - Movimento revolucionário radical contra o governo, os chefes da revolta são presos, mas o governo pede a demissão.

 

17 a 22-2-1924 - Greves e manifestações contra o aumento do custo de vida, com tumultos e atentados, acabam numa tentativa de invasão do Parlamento.  

30-5-1924 - Revolta de oficiais da Aeronáutica Militar.

Agosto 1924 - Vários golpes com tentativa de tomada de poder, organizado por radicais e por comunistas, fracassam. Continuam também os tumultos de rua.

 

3-9-1924 - Os impostos são agravados.

7-11-1924 - Proibição pela polícia de uma manifestação para comemorar o 7º aniversário da revolução russa.

19-11-1924 - Conflitos no seio do Partido Democrático provocam a queda do governo.

 

11-2-1925 - Moção de censura no Parlamento provoca a queda do governo.

Manifestação a favor do governo demissionário organizada pela União dos Interesses Sociais, que integrava dirigentes dos Partidos Socialista e Comunista.

5 -3-1925 - Tentativa de golpe militar monárquico, ocupação do Quartel-general de Lisboa.

15-5-1925 - Atentado a tiro contra o comandante da polícia Ferreira do Amaral, organizado pela Legião Vermelha, organização ligada ao PCP.

3-6-1925 - Greve geral de protesto contra as deportações de presos sem julgamento.

Set.º 1925 - Os acusados de organização de vários golpes revolucionários são julgados, mas acabam absolvidos.

22-11-1925 - Manifestação contra as deportações de dirigentes sindicais organizada pela Confederação Geral do Trabalho.

10-12-1925 - Alves dos Reis, director do Banco Angola e Metrópole, é preso por falsificação de notas.

 

18-4-1926 - Tentativa de golpe militar dirigida pelo general Sinel de Cordes, com o apoio de quase toda a guarnição de Lisboa. O golpe foi vencido, após alguns combates. É declarado o estado de sítio em todo o país.

1-2-1926 - Greve de estudantes contra medidas do governo.

Revolta da Escola Prática de Artilharia em Vendas Novas, dirigida pelos radicais Martins Júnior e alferes Lacerda de Almeida. Depois da prisão dos oficiais, o regimento comandado pelos sargentos dirigiu-se para Almada, ocupou o forte e disparou sobre Lisboa.

28-5-1926 - Golpe de Estado militar dirigido pelo general Gomes da Costa e por Mendes Cabeçadas. 

 

 

O triunfo do 28 de Maio de 1926

publicado por viajandonotempo às 17:30

Agosto 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
11
12

13
14
15
16
17
18
19

20
21
22
23
24
25
26

27
28
29
30
31


ÍNDICE DESTE BLOG:
Tags

todas as tags

pesquisar
 
mais sobre mim
contador
blogs SAPO