VIAJANDO NO TEMPO...e no espaço!

Setembro 01 2019

A 2.ª Guerra Mundial começou há 80 anos

tirada da Ilustração N.º 330.png

Mal Hitler chegou ao poder, começou a preparar tudo para uma guerra de retaliação contra os Aliados que haviam vencido os alemães há escassos vinte anos. Na sua política militarista e expansionista, rearmou o exército alemão, em 1935 (pondo em causa as decisões do Tratado de Versalhes), ocupou a região da Renânia (1936), anexou a Áustria (março de 1938), reivindicou a anexação da região dos Sudetas (na Checoslováquia, ainda em 1938), celebrou o “Pacto de Aço”, em maio de 1939, com o amigo Mussolini e em agosto de 1939, firmou com Estaline o “Pacto Germano-Soviético”. Mas foi a sua invasão da Polónia, forçando a conquista de território que reivindicava, que provocou o início da 2.ª Guerra Mundial.

O “Diário de Lisboa” na sua edição de 1 de setembro de 1939, logo na sua primeira página dava conta do que se passava na Europa nesse 1.º dia de Guerra. O embaixador inglês tinha ordens para deixar Berlim, a França e a Inglaterra decretavam a mobilização geral. Relativamente a Paris, refere-se, concretamente, que no dia 1, «Convocado urgentemente pelo chefe do governo, o Conselho de ministros reuniu-se ás 10 e 45 no palácio do Eliseu sob a presidencia de Lebrun, a fim de apreciar a situação. / O Conselho aprovou por unanimidade um decreto estabelecendo a mobilização geral das forças francesas de terra, mar e ar no territorio da França, incluindo a Argelia e as Colonias e em todas as regiões sob domínio francês».

O primeiro-ministro britânico, Chamberlain, apesar de afirmar que nada tem contra o povo alemão, mas apenas contra o seu dirigente nazi, Hitler, e de reconhecer que a situação militar inglesa é mais tranquilizadora do que era em 1914, propõe na Câmara dos Comuns, no dia 1 de setembro de 1939, um projeto de lei «estabelecendo o serviço militar obrigatorio para todos os homens validos, dos 18 aos 41 anos». Ao mesmo tempo decorria já a evacuação de Londres: «Logo de madrugada começou a evacuação da população civil desta capital. Comboios e autocarros transportaram para as regiões do oeste e do norte centenas de milhares de crianças e de enfermos. Calcula-se que a evacuação total da população civil de Londres leve três dias. / Nas outras grandes cidades também começou a evacuação».

O mundo estava em Guerra. A 2.ª Mundial. A maior de sempre, que provocaria muitos milhões de mortos, militares e civis.

Durante a 2.ª Guerra Mundial, Timor-Leste foi a única parte do território português invadida por forças de países em confronto naquela região do mundo, a pretexto da ocupação, em dezembro de 1941, de forças holandesas e australianas. A invasão da ilha portuguesa pelas forças nipónicas aconteceu na manhã de 19 de fevereiro de 1942 e os japoneses só deixariam Timor no fim da Guerra ficando para trás cerca de 40 mil timorenses e portugueses mortos.

Quase todo o mundo se viraria contra a Alemanha de Hitler e os seus princiapis aliados (os países do Eixo: Itália e Japão) e, por isso, era inevitável a sua derrota, que ocorreu em maio de 1945, na Europa, e em agosto do mesmo ano no Extremo Oriente.

publicado por viajandonotempo às 11:57

Agosto 23 2019

NO DIA DO 2.º CENTENÁRIO DO SEU NASCIMENTO

Dr. Costa Simões.png

Hoje dia 23 de agosto completam-se 200 anos sobre o nascimento de António Augusto da Costa Simões, na Mealhada. Médico, professor e político, as suas funções profissionais começaram no norte do distrito de Leiria, como clínico do Partido Médico das Cinco Vilas (Aguda, Avelar, Chão de Couce, Maçãs de D. Maria e Pousaflores) e do de Figueiró dos Vinhos.

Para além da saúde pública preocupou-se também com a expansão do ensino na nossa região. O primeiro livro sobre as Cinco Vilas é da sua autoria - Topographia Medica das Cinco Villas e Arega ou dos concelhos de Chão de Couce e de Maçãs de D. Maria em 1843, com o respectivo mappa topographico e Carta Geologica, Coimbra, Imprensa da Universidade, 1860. Este seria o primeiro de 56 livros que escreveu, abordando diferentes temas.

Mais tarde, tornar-se-ia Professor da Universidade de Coimbra, seu Reitor (entre 1892 e 1898), Presidente da Câmara de Coimbra (1856-1857), Vice-Presidente da Câmara de Deputados (o Dr. Costa Simões, em virtude da sua grande influência política, foi eleito deputado em três legislaturas, por Figueiró dos Vinhos, tendo exercido, numa delas, entre 1869 e 1870, a Vice-Presidência da Câmara dos Deputados) e Par do Reino. Em todas estas funções o Doutor Costa Simões mostrou a sua inteligência e dedicação.

Em 1881, o Doutor Costa Simões criou a primeira escola de enfermagem em Portugal, a atual Escola Superior de Enfermagem Dr. Ângelo Fonseca, de Coimbra. Foi o primeiro administrador nomeado para os Hospitais da Universidade. No Porto, foi administrador do Hospital de Santo António. Impulsionou a construção dos Paços do Município da Mealhada, participou no processo de criação do hospital concelhio e da Misericórdia, dinamizou os Banhos do Luso.

Após uma vida e carreira intensas e cheias de prestígio, não admira que tivesse tido várias distinções: em 1857, recebeu o diploma de Associado da Academia Real das Ciências de Lisboa; em 1860, recebeu o título de sócio honorário do Retiro Literário Português do Rio de Janeiro; em 1862, foi eleito sócio correspondente da Academia Real de Medicina de Turim; em 1866, passou a ser sócio correspondente da Sociedade Antropológica de Paris. Foram-lhe ainda concedidos os títulos de Comendador da Ordem da Rosa do Império do Brasil e de sócio correspondente da Sociedade Antropológica de Espanha. O Doutor Costa Simões faleceu no dia 26 de Novembro de 1903, na Casa do Murtal, na Mealhada, encontrando-se os seus restos mortais no jazigo da família, no Cemitério Municipal da Mealhada.

Após a morte do Doutor Costa Simões, na primeira sessão da Câmara de Ansião, presidida então pelo Padre Manuel Mendes Gaspar (Pároco de Chão de Couce), ficou exarada em ata uma mensagem que passamos a transcrever:

«Pelo Presidente foi dito que tendo fallecido na sua casa da Mialhada, no dia 26 de novembro ultimo, o excellentissimo senhor doutor Antonio Augusto da Costa Simões, sabio lente jubilado da faculdade de medicina da Universidade de Coimbra, antigo Reitor da Universidade e administrador dos Hospitaes da mesma cidade, julga interpretar bem o sentir dos habitantes deste concelho, propondo á Camara um voto de profundo sentimento por tão triste acontecimento, por isso que, o doutor Costa Simões desde mil oito centos quarenta e tres, em que foi nomeado medico municipal das Cinco Villas, mostrou-se sempre um dedicado e valioso amigo d'esta Região, não só publicando a sua topographia medica, mas tambem representando-a distinctamente em Cortes e promovendo-lhe o seu desenvolvimento e progresso como bem e evidentemente o demonstra a instituição do Hospital de Avellar, para o qual até conseguiu importantes donativos particulares e ultimamente dando o seu conselho e estimulo para a criação d'um Hospital n'esta Villa e suggerindo e efficasmente patrocinando a ideia da construção d'um edificio para a escola do sexo feminino em Chão de Couce. É difficil a enumeração de todos os factos da vida do illustre extincto que se relacionaram com o interesse que sempre manifestou pelo bem da lucalidade em que iniciou a sua vida publica e por isso não pode a sua memoria deixar de ser considerada como a d'um benemerito insigne. Se as atribuições desta Camara podessem ir mais longe, e ella podesse significar o seu sentir com respeito ao que o Paiz deve a um Cidadão tão notavel pela sua sciencia, pelo seu altruismo, e pelo seu amôr ao trabalho, sempre com o fim no bem publico, consideraria o seu desapparecimento, que lamentamos, como uma grande perda Nacional. Por unanimidade foi votada esta proposta, resolvendo-se mais que, em signal de sentimento, se encerra-se esta sessão e que da sua acta se désse conhecimento á familia do illustre extincto».

publicado por viajandonotempo às 07:56

Julho 30 2019

A Festa da Paz

Desfile do 14 de julho de 1918 das tropas portugue

Assinado o Tratado de Versalhes no fim de Junho de 1919, a vitória dos Aliados, ou a “Festa da Paz” (como lhe chamaram os republicanos portugueses) foi celebrada, quinze dias depois, já no mês de Julho de 1919, há cem anos, de forma bastante entusiástica um pouco por todo o mundo, mas sobretudo por parte dos países vencedores, como foi o caso de Portugal.

O Corpo Expedicionário Português, que combateu em França, entre Fevereiro de 1917 e Novembro de 1918, revelou uma inovadora preocupação de documentar, para memória futura a sua participação ao lado dos Aliados Ocidentais, Inglaterra e França. Por isso, seguiram para a Flandres, integrados no Corpo Expedicionário Português (CEP) um pintor, o nosso conhecido Adriano Sousa Lopes (natural de Leiria e de quem já falámos aqui), e um fotógrafo – Arnaldo Garcês, que fizeram bem o seu trabalho.

O dia 14 de Julho de 1919 foi particularmente importante, porque foi nesse dia que se fez o “Desfile da Vitória”, em Paris e a “Festa da Paz” em Lisboa.

Como se sabe, o dia 14 de Julho assume para os franceses um carácter particularmente simbólico, é o seu Feriado Nacional mais importante, evocando-se, em cada ano a Tomada da Bastilha, no dia 14 de Julho de 1789, como o “sim” do povo francês aos acontecimentos revolucionários que então estavam a acontecer em Versalhes. Nesse “Desfile da Vitória”, em Paris, no dia 14 de Julho de 1919, junto ao Arco do Triunfo, desfilaram 400 combatentes portugueses, do Corpo Expedicionário Português, integrado nas forças aliadas do marechal Foch, sob o comando do Major de Infantaria Ribeiro de Carvalho, tendo como Porta-bandeira o Tenente de Infantaria Perestrello D’Alarcão e Silva, do Regimento de Infantaria n.º 22.

Também Lisboa, no mesmo dia 14 de Julho de 1919, que os governantes republicanos transformaram propositadamente em feriado nacional, para celebrar a Assinatura da Paz, organizou uma pomposa Parada Militar em que participaram soldados portugueses e americanos. Da “Ilustração Portuguesa” de 21 de Julho de 1919, transcrevemos o apontamento de reportagem que se segue.

«Tambem em Lisboa se comemorou festivamente o dia 14 de Julho, a gloriosa data da França republicana, que fica d’ora em deante perpetuando a celebração da mais imponente cerimonia de toda a historia contemporanea – a assinatura do tratado de paz entre os paizes aliados e associados e a Alemanha.

Todavia, aqui, as festas da Paz, que foram levadas a efeito com a maxima solenidade e entusiasmo, tiveram um outro assinalado motivo, que constituiu ainda uma larga manifestação de merecido orgulho nacional.

Prestou-se homenagem aos nossos heroes da grande guerra, outros lidimos precursores da libertação do jugo teutonico, que ameaçava estender-se a todo o órbe.

D’entre as diversões comemorativas, a que revestiu maior brilhantismo, foi a parada militar, que o sr. presidente da Republica passou em revista, e em que, além dos contingentes das guardas republicana e fiscal, da armada e dos outros corpos da guarnição de Lisboa, tomaram parte deputações das unidades do C. E. P. e alguns mutilados. A uns e outros, foram particularmente dispensadas entusiasticas ovações, de que participaram os marinheiros americanos que, incorporados no cortejo militar, prestaram o seu concurso á consagração do ultimo feito das nossas armas.»

A Festa da Paz e da Liberdade no Porto

Com fim da 1.ª Guerra Mundial, após a assinatura do Tratado de Versalhes no fim de Junho de 1919, entre os Aliados e a Alemanha, a Paz foi vibrantemente festejada um pouco por toda a Europa e também em Portugal inteiro, que fez um grande esforço humano e financeiro com a entrada neste conflito, combatendo em África e na Europa. No último artigo recordei aqui a Festa da Paz em Lisboa, no dia 14 de Julho, hoje lembro a Festa da Paz e da Liberdade, na cidade do Porto, no mesmo dia, que o Governo tornou, propositadamente, Feriado Nacional.

Transcrevo da “Ilustração Portuguesa”, de 4 de Agosto de 1919, a reportagem que aí se faz sob o título “As festas da Paz e da liberdade no Porto”. Dá para perceber que o principais espaços cívicos da cidade eram, então, o Palácio de Cristal e o Jardim da Cordoaria, frente ao Hospital de Santo António, pois ainda não havia a Avenida dos Aliados.

«Decorreram brilhantes e tiveram um cunho acentuadamente popular as festas que no Porto se realisaram no dia 14 de Julho, em comemoração da assinatura da paz. Festas da Paz e da Liberdade se denominaram elas e foram promovidas e organisadas pela junta Patriotica do Norte, a benemerita instituição que, depois da entrada de Portugal na guerra tão relevantes serviços prestou ao paiz, fazendo primeiro uma persistente campanha a favor da nossa intervenção, organisando depois o socorro ás famílias dos militares que partiram, proporcionando a estes toda a especie de comodidades e facilitando-lhes o envio de encomendas e de correspondencia, e estabelecendo, por fim, essa util e patriotica instituição que é a Casa do Soldado. Era justo, pois, que a Junta, que conta admiraveis colaboradores, e a que preside um professor distinto, o sr. dr. Alberto d' Aguiar, fosse encarregada de organisar a festa da paz. E a verdade é que se desempenhou d'essa missão com acerto e inteligencia. N'esta glacial frieza dos tempos correntes, ela conseguiu, com a elaboração d'um programa sobremaneira interessante, incutir um pouco de entusiasmo na alma popular, e todos os numeros d'esse programa tiveram, por isso, uma realisação brilhante.

O exercício na Casa-Escola dos Bombeiros Municipaes, á rua Gonçalo Cristovão, foi magnifico e agradou extraordinariamente.

O cortejo da Paz e da Liberdade teve um exito inesrerado, e reuniu milhares de pessoas, que no final assistiram, no Palacio de Cristal, á saudação á Paz e aos expedicionarios, onde discursou, o sr. ministro do trabalho que veiu tomar parte nas festas, como representante do governo. A festa infantil, realisada tambem no Palacio, foi um numero encantador, reunindo cerca de 4.000 creanças das nossas escolas primarias. A conferencia patriotica do ilustre poeta-soldado, sr. Augusto Casimiro, no Teatro Gil Vicente, foi brilhantíssima e teve uma assistencia distinta e numerosa. Por fim, a festa noturna no Jardim da Cordoaria, com iluminação eletrica e á moda do Minho e descantes populares, fez lembrar as mais ruidosas noites de S. João, nos tempos em que os bons tripeiros sabiam gosar e divertir-se. A Junta Patriotica do Norte merece os maiores elogios pela sua admiravel iniciativa, que nos faz entrever, pe1o menos, a possibi1idade de haver um dia Paz e Liberdade na terra portugueza».

A mesma edição da “Ilustração Portuguesa” dá notícia de outras Festas da Paz, nomeadamente da que ocorreu no Peso da Régua e que há-de ter sido semelhante, no formato e programa, a outras do mesmo género que se repetiram noutros concelhos e que consistiu num jantar de homenagem, preparado pelas senhoras da vila, aos nossos soldados, seguido de discursos inflamados de patriotismo dos republicanos locais.

A celebração da Paz em Bruxelas, Londres e Évora

Em 1919, em finais de Julho, um mês após a assinatura do Tratado de Versalhes, ainda se continuava a celebrar a Paz, com a representação dos militares portugueses, para que ninguém esquecesse que também se bateram nesta guerra. Assim aconteceu em Bruxelas e em Londres.

Em Bruxelas, foi no dia 22 de Julho de 1919, que, no Cortejo das Forças Aliadas desfilou também um contingente do Corpo Expedicionário Português, sob o comando do Major de Infantaria André Brun, tendo como Porta-bandeira o Tenente de Infantaria Perestrello D’Alarcão e Silva. A este evento histórico de particular relevância, assistiram na Tribuna de Honra, entre outras entidades, o Rei Alberto da Bélgica e o Rei D. Manuel II (que estava no exílio em Inglaterra, desde que em Portugal se proclamara a República).

Em Londres, capital do império britânico, velho aliado de Portugal, organizou-se, no dia 29 de Julho de 1919, uma imponente “Parada da Vitória” onde viu desfilar os seus militares, bem como outros representando as nações aliadas, como era o caso de Portugal. Os soldados que representavam o Corpo Expedicionário Português passaram frente à Tribuna de Honra, onde se encontrava o rei inglês, Jorge V, e também D. Manuel II (que, apesar de estar exilado, durante a Guerra, desempenhou relevante papel no auxílio aos soldados portugueses) tal como sua mãe, a Rainha D. Amélia.

Por cá, recordemos a celebração da Paz, no dia 14 de Julho, na cidade de Évora, transcrevendo alguns excertos da reportagem que foi publicada no “Leiria Ilustrada” de 11 de Agosto de 1919.

«Dia de sol ardente e luminoso, como se uma enorme fogueira lançasse do alto, sobre a Terra, chamas devoradoras, ele foi iniciado por alvorada e uma salva de morteiros, seguindo-se-lhe, pouco depois, a distribuição d'um bodo a 800 pobres, na sua mór parte pessoas de família dos que lá fora, nos campos da Flandres afirmaram a heroicidade da raça no tragico combate de 9 de abril.

Às 14 horas, no teatro Garcia de Rezende (…) uma sessão solene se efetuou, glorificando os humildes e ignorados herois da Grande Guerra que tão alto levantaram o nome de Portugal.

Discursaram, além do presidente, sr. dr. Domingos Rosado, os srs.: dr. José Nunes do Nascimento, senador; dr. João Camarate de Campos, deputado; Santos Marcel, quintanista de direito; Alberto Jordão, deputado; drs. Jorge Capinha e Felicio Caeiro, medicos que tomaram parte na campanha d'Africa, e o coronel Anibal Sanches de Miranda, comandante do regimento de artilharia 1 e representante do comandante da Divisão.

Houve em seguida a plantação da oliveira da Paz no Passeio Publico, com a assistencia de todo o elemento oficial, civil e militar e, á tarde, no Rocio de S. Braz, uma parada em que tomaram parte contingentes de artilharia 1, infantaria 11 e cavalaria 5. Á noite, concerto na Praça do Geraldo pela banda do 20, seguindo-se-lhe fogo de artificio e arraial no Rocio, abrilhantados pela filarmonica dos Amadores. A tudo isto se associou comovidamente toda a população da cidade e dos arredores, juntando-se milhares de pessoas em todas as manifestações realisadas, nas quais se afirmaram, calorosamente, os sentimentos de afectividade e patriotismo do povo alemtejano».

publicado por viajandonotempo às 21:35

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